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Quarta-feira, 06 Maio 2020 10:33

ORIXÁS E EXÚS NA UMBANDA

Escrito por

Aqui você poderá identificar a qual falange o seu Exú ou sua Pombagira pertence. Lembramos que, este texto tem caracter informativo apenas para os fundamentos da Umbanda. Para saber com certeza qual é o seu orixá de cabeça clique abaixo em "Solicitar consulta". Somente através desta consulta você saberá com certeza quem é o seu Orixá de cabeça e, consequentemente quem é o seu Exú e quem é a sua Pomba-Gira. Esta consulta custa R$300,00 ( Trezentos ) reais. Você receberá a consulta completa em no máximo 24 horas contando da confirmação de seu depósito ou transferência.

 

 

OGUM

  • Exú Tranca Rua
  • Exú Zé Pelintra
  • Exú Corta Fogo
  • Exú Quebra Demanda
  • Exú Tranca Tudo
  • Exú Tranca Rua das Almas
  • Exú Tranca Rua das 7 Encruzilhadas
  • Exú Tranca Rua de Embaré
  • Exú Tranca Gira
  • Exú Mangueira
  • Exú 7 Portas
  • Exú Gato Preto
  • Exú Facada
  • Exú de Ronda
  • Exú da Noite
  • Exú da Estrada
  • Exú 7 Encruzilhadas
  • Exú Punhal
  • Exú 7 Caminhos
  • Exú Rompe Fogo
  • Exú Pantera Negra
  • Exú Navalha
  • Exú 7 Chaves
  • Exú Tiriri
  • Pombagira 7 Encruzilhadas
  • Pombagira da Estrada
  • Pombagira das 7 Estradas
  • Pombagira dos 7 Caminhos
  • Pombagira da Encruzilhada
  • Pombagira Cigana 7 Saias
  • Pombagira Cigana da Encruzilhada
  • Pombagira Cigana da Figueira
  • Pombagira Rainha do Cabaré
  • Pombagira 7 Saias
  • Pombagira Rainha da Estrada
  • Pombagira da Lira
  • Pombagira da Tronqueira
  • Pombagira Cigana Menina
  • Pombagira Rainha do Cabaré
  • Pombagira Rainha 7 Saias da Encruzilhada
  • Pombagira Rainha das 7 Encruzilhadas
  • Pombagira Rainha da Lira
  • Pombagira da Tronqueira
  • Pombagira Cigana Menina

OXÓSSI

  • Exú 7 Luas
  • Exú Cigano Ramiro
  • Exú Rei das Matas
  • Exú Curador
  • Exú Marabô
  • Exú Marabô Toquinho
  • Exú Quebra Barranco
  • Exú das Matas
  • Exú Pantera Negra
  • Exú Veludo da Encruzilhada
  • Exú Veludo da Mata
  • Exú Viramundo
  • Exú Pena Preta
  • Exú Galhada
  • Exú Gato Preto
  • Exú Tranca Gira
  • Exú Tranca Tudo
  • Exú da Meia Noite
  • Exú Rola Rola
  • Exú 7 Capas
  • Exú Quebra Galho
  • Exú Rei das Matas
  • Exú 7 Giras
  • Exú 7 Encruzilhadas
  • Pombagira Maria da Mata
  • Pombagira Cigana 7 Luas
  • Pombagira Rainha Cigana da Mata
  • Pombagira Cigana Jade
  • Pombagira Cigana Sete Saias
  • Pombagira Cigana da Encruzilhada
  • Pombagira Cigana da Figueira
  • Pombagira das 7 Encruzilhadas
  • Pombagira Cigana Esmeralda
  • Pombagira Rainha da Estrada
  • Pombagira Rainha da Figueira
  • Pombagira Rainha do Cabaré
  • Pombagira Cigana 7 Véus
  • Pombagira Rainha da Estrada
  • Pombagira da Lira
  • Pombagira da Tronqueira
  • Pombagira Cigana Menina
  • Pombagira Rosa Vermelha da Estrada
  • Pombagira Rosa Vermelha da Figueira

OXUM

  • Exú Veludo
  • Exú Veludo das Almas
  • Exú Giramundo
  • Exú Cigano Vladimir
  • Exú Cigano Pablo
  • Exú Cigano Juarez
  • Exú Cigano Ramires
  • Exú Cigano Ramon
  • Exú Cigano da Encruzilhada
  • Exú 7 Encruzilhadas
  • Exú dos Rios
  • Exú 7 Sombras
  • Exú Rei das Trevas
  • Exú Quebra Barranco
  • Exú Pimenta
  • Exú Mulambo
  • Exú Rei da Encruzilhada
  • Exú Rei dos Rios
  • Exú da Capa Preta
  • Exú da Capa Branca
  • Exú Destranca Rua
  • Exú Carranca
  • Exú 7 Porteiras
  • Exú Rei das 7 Porteiras
  • Exú Rei das 7 Encruzilhadas
  • Pombagira 7 Cravos
  • Pombagira 7 Saias
  • Pombagira 7 Véus
  • Pombagira Dama da Noite
  • Pombagira Graciosa
  • Pombagira Rainha Cigana
  • Pombagira Maria Mulambo
  • Pombagira Maria Mulambo da Encruzilhada
  • Pombagira Maria Mulambo da Estrada
  • Pombagira Maria Mulambo da Figueira
  • Pombagira Maria Mulambo da Lira
  • Pombagira Maria Mulambo da Meia Noite
  • Pombagira Cigana Rainha
  • Pombagira Cigana 7 Saias
  • Pombagira Cigana Tamara
  • Pombagira Cigana Aurora
  • Pombagira Cigana Cristal
  • Pombagira Cigana Samira
  • Pombagira Cigana Carmencita
  • Pombagira Cigana Dalila
  • Pombagira Cigana Jade
  • Pombagira Cigana Zaíra
  • Pombagira Cigana Tamara
  • Pombagira Cigana Menina
  • Pombagira Cigana Rainha
  • Pombagira Cigana Rosa Maria
  • Pombagira Cigana Sete Saias
  • Pombagira Cigana da Encruzilhada
  • Pombagira Cigana da Figueira
  • Pombagira Cigana da Lua
  • Pombagira Cigana da Rosa
  • Pombagira Cigana das 7 Encruzilhadas
  • Pombagira Cigana das 7 Luas
  • Pombagira Maria Farrapo
  • Pombagira Maria Farrapo da Campina
  • Pombagira Maria Farrapo da Encruzilhada
  • Pombagira Maria Farrapo da Estrada
  • Pombagira Maria Farrapo da Figueira
  • Pombagira Maria Farrapo das 7 Encruzilhadas
  • Pombagira Maria Farrapo das Almas
  • Pombagira Maria Farrapo do Cabaré
  • Pombagira 7 Caminhos
  • Pombagira 7 Caveiras
  • Pombagira 7 Chaves
  • Pombagira 7 Coroas
  • Pombagira 7 Encruzilhadas
  • Pombagira 7 Estrelas
  • Pombagira 7 Figas
  • Pombagira 7 Figueiras
  • Pombagira 7 Luas
  • Pombagira 7 Saias
  • Pombagira Maria Mulambo da Calunga Grande
  • Pombagira Maria Mulambo da Praia
  • Pombagira Maria Mulambo das 7 Encruzilhadas
  • Pombagira Maria Mulambo das 7 Figueiras
  • Pombagira Maria Mulambo das Rosas
  • Pombagira Maria Mulambo do Cabaré
  • Pombagira Maria Mulambo do Lixo
  • Pombagira Maria Mulambo dos 7 Portais
  • Pombagira Maria Mulambo dos 7 Punhais
  • Pombagira Maria Mulambo dos 7 Véus
  • Pombagira Cigana dos Lírios
  • Pombagira Rosa Maria
  • Pombagira Rainha Rosa Vermelha
  • Pombagira Cigana Salomé
  • Pombagira Rainha dos Rios
  • Pombagira Rainha da Encruzilhada
  • Pombagira Rosa Vermelha
  • Pombagira da Cachoeira
  • Pombagira Rainha Rosa Vermelha
  • Pombagira Rainha Rosa Vermelha da Encruzilhada
  • Pombagira Rainha Rosa Vermelha da Estrada
  • Pombagira Rosa Vermelha da Figueira
  • Pombagira Rosa Vermelha das 7 Encruzilhadas
  • Pombagira Rosa Vermelha do Cabaré

YANSÃ

  • Exú Faísca
  • Exú Pinga Fogo
  • Exú Corisco
  • Exú Fagulha
  • Exú Brasa
  • Exú Gira Fogo
  • Exú Gira Tudo
  • Exú Labareda
  • Exú 7 Buracos
  • Exú 7 Campas
  • Exú 7 Cruzes
  • Exú Tata Caveira
  • Exú Veludo das Almas
  • Exú Chicote
  • Exú das 7 Encruzilhadas
  • Exú 7 Sombras
  • Exú Rei do Cemitério
  • Exú Rei das Almas
  • Exú das 7 Catacumbas
  • Exú Calunguinha
  • Exú das 7 Catacumbas
  • Exú Desmancha Tudo
  • Exú Facada
  • Exú 7 Garfos
  • Exú Tranca Rua das Almas
  • Exú Tranca Rua das 7 Encruzilhadas
  • Exú da Fogueira
  • Exú Giramundo
  • Exú Poeira
  • Exú dos Punhais
  • Exú dos Raios
  • Exú do Vento
  • Exú Ventania
  • Exú Rei das Trevas
  • Pombagira Rainha Maria Padilha
  • Pombagira Rosa Vermelha da Encruzilhada
  • Pombagira Maria Padilha das 7 Encruzilhada
  • Pombagira Maria Padilha do Cabaré
  • Pombagira Maria Padilha da Estrada
  • Pombagira Maria Padilha da Lira
  • Pombagira Maria Padilha Sete Facas
  • Pombagira Rainha das Rosas
  • Pombagira Rosa Negra do Cemitério
  • Pombagira Rosa Negra do Cruzeiro
  • Pombagira Rosa Negra do Cruzeiro das Almas
  • Pombagira Rainha das 7 Encruzilhadas
  • Pombagira Maria Padilha Rainha da Encruzilhada
  • Pombagira Maria Padilha Rainha das 7 Catacumbas
  • Pombagira Maria Padilha Rainha do Cabaré
  • Pombagira Maria Padilha Rainha da Calunga
  • Pombagira Maria Padilha Rainha da Calunga Grande
  • Pombagira Maria Padilha da Calunga Pequena
  • Pombagira Maria Padilha da Praia
  • Pombagira do Cabaré
  • Pombagira Rainha da Estrada
  • Pombagira Rainha da Figueira
  • Pombagira Rosa Vermelha da Estrada
  • Pombagira Rosa Vermelha da Figueira
  • Pombagira Maria Padilha das Almas
  • Pombagira Maria Padilha das Portas do Cabaré
  • Pombagira Maria Padilha das Rosas
  • Pombagira Maria Padilha das 7 Cruzes da Calunga
  • Pombagira Maria Padilha das 7 Encruzilhadas
  • Pombagira Maria Padilha das 7 Navalhas
  • Pombagira Maria Padilha do Cemitério
  • Pombagira Maria Padilha do Cruzeiro
  • Pombagira Maria Padilha do Cruzeiro das Almas
  • Pombagira Maria Padilha das Sete Figueiras
  • Pombagira Rainha do Cruzeiro
  • Pombagira Rainha do Cruzeiro das Almas
  • Pombagira Rainha do Cemitério
  • Pombagira Rainha Rosa Negra da Calunga
  • Pombagira Rainha Rosa Negra das Almas
  • Pombagira Rosa Negra dos Sete Cruzeiros da Calunga
  • Pombagira Rainha Rosa Vermelha
  • Pombagira Rosa Vermelha da Calunga
  • Pombagira Rosa Vermelha das 7 Catacumbas
  • Pombagira Rosa Vermelha das 7 Encruzilhadas
  • Pombagira Rosa Vermelha do Cabaré
  • Pombagira Rosa Vermelha do Cemitério
  • Pombagira Rosa Vermelha do Cruzeiro das Almas
  • Pombagira Rosa da Calunga
  • Pombagira Rosa da Figueira
  • Pombagira Rosa da Noite
  • Pombagira Rosa das Almas
  • Pombagira Rosa do Cruzeiro
  • Pombagira Rosa do Cruzeiro das Almas
  • Pombagira Sete Saias da Estrada
  • Pombagira Rainha da Calunga
  • Pombagira da Tronqueira
  • Pombagira Rainha das Almas
  • Pombagira do Cemitério
  • Pombagira do Cruzeiro
  • Pombagira do Cruzeiro das Almas
  • Pombagira dos 7 Cruzeiros

YÊMANJÁ

  • Exú Rei
  • Exú Mirim
  • Exú dos Mares
  • Exú Rei dos Mares
  • Exú Cigano Ramires
  • Exú dos 7 Mares
  • Exú do Cais
  • Exú da Praia
  • Exú Menino
  • Exú Rei do Cais
  • Exú Rei da Praia
  • Exú das Ondas
  • Exú 7 Ondas
  • Exú Cigano Ramon
  • Exú Rei da Capa Preta
  • Exú Cigano Juarez
  • Exú Desmancha Tudo
  • Exú Lalú
  • Exú Cigano Vladimir
  • Exú Cigano Pablo
  • Exú Meia Noite
  • Exú Cigano
  • Exú 7 Chaves
  • Exú 7 Giras
  • Exú 7 Luas
  • Exú Tranca Gira
  • Exú Tranca Tudo
  • Exú Giramundo
  • Exú Trava Tudo
  • Exú Rei da Gira
  • Pombagira Cigana Jade
  • Pombagira Cigana 7 Mares
  • Pombagira Rainha 7 Mares
  • Pombagira 7 Saias da Praia
  • Pombagira Maria da Praia
  • Pombagira Cigana Tamara
  • Pombagira Cigana Aurora
  • Pombagira Cigana Cristal
  • Pombagira Cigana do Cais
  • Pombagira Cigana do Porto
  • Pombagira Cigana Zaíra
  • Pombagira Cigana Tamara
  • Pombagira Cigana Menina
  • Pombagira Cigana Rainha
  • Pombagira Menina
  • Pombagira Cigana Menina
  • Pombagira Rainha do Porto
  • Pombagira Rainha Negra
  • Pombagira Rainha da Praia
  • Pombagira Rainha dos 7 Mares
  • Pombagira Rainha do Cais
  • Pombagira Rainha 7 Praias
  • Pombagira Rainha das Rosas
  • Pombagira Rainha do Cabaré
  • Pombagira Rosa Vermelha da Praia
  • Pombagira Rosa Negra da Praia
  • Pombagira Rosa Vermelha do Cais
  • Pombagira Rosa Negra do Cais
  • Pombagira Cigana 7 Mares
  • Pombagira Cigana 7 Ondas
  • Pombagira Cigana 7 Praias
  • Pombagira Maria Farrapo da Praia
  • Pombagira Maria Mulambo da Praia
  • Pombagira Maria Quitéria da Praia
  • Pombagira Maria Padilha da Praia

NANÃ

  • Exú Rei do Cemitério
  • Exú Rei das Almas
  • Exú das 7 Catacumbas
  • Exú 7 Covas
  • Exú Rei do Cruzeiro
  • Exú Curador
  • Exú Caveira
  • Exú Aleijadinho
  • Exú Corcunda
  • Exú João Caveira
  • Exú José Caveira
  • Exú da Meia Noite
  • Exú do Cemitério
  • Exú Rei das 7 Catacumbas
  • Exú Rei da Caluga
  • Exú da Morte
  • Exú Capa Preta das Almas
  • Exú Rei do Lôdo
  • Exú Lorde da Morte
  • Exú 7 Buracos
  • Exú 7 Campas
  • Exú 7 Cruzes
  • Exú Tata Caveira
  • Exú Veludo das Almas
  • Pombagira das 7 Catacumbas
  • Pombagira Rainha do Cemitério
  • Pombagira Maria Caveira
  • Pombagira 7 Covas
  • Pombagira Maria Mulambo do Cemitério
  • Pombagira Rainha das Catacumbas
  • Pombagira Rainha da Calunga
  • Pombagira da Calunga Grande
  • Pombagira da Calunga Pequena
  • Pombagira da Rainha da Calunga Grande
  • Pombagira Rainha Rosa Vermelha das Almas
  • Pombagira Rosa Vermelha do Cemitério
  • Pombagira Rosa Negra do Cemitério
  • Pombagira Rainha Rosa Negra
  • Pombagira Rosa Negra da Calunga
  • Pombagira Rainha Rosa Negra das Almas
  • Pombagira Rainha Rosa Negra do Cemitério
  • Pombagira Rosa Negra do Cruzeiro
  • Pombagira Maria Caveira
  • Pombagira Rainha Maria Caveira
  • Pombagira Maria 7 Covas
  • Pombagira Rainha do Mangue
  • Pombagira Rainha do Pântano
  • Pombagira Rainha Rosa do Lodo
  • Pombagira Rainha da Lama
  • Pombagira Rainha do Lôdo
  • Pombagira Cigana Feiticeira
  • Pombagira Rainha Dama da Noite
  • Pombagira Rainha Feiticeira
  • Pombagira Rosa Vermelha
  • Pombagira Rosa Vermelha das 7 Encruzilhadas
  • Pombagira Maria Quitéria do Cemitério
  • Pombagira Maria Quitéria do Cruzeiro das Almas
  • Pombagira Maria Quitéria do Lôdo

XANGÔ

  • Exú Pinga Fogo
  • Exú Fagulha
  • Exú Brasa
  • Exú Gira Mundo
  • Exú Faísca
  • Exú Lavareda
  • Exú Tiriri
  • Exú 7 Pedreiras
  • Exú 7 Pedras
  • Exú 7 Montanhas
  • Exú 7 Chaves
  • Exú Tranca Gira
  • Exú 7 Trovões
  • Exú Arranca-Toco
  • Exú da Pedreira
  • Exú do Trovão
  • Exú 7 Capas
  • Exú da Meia Noite
  • Exú 7 Giras
  • Pombagira 7 Chaves
  • Pombagira do Trovão
  • Pombagira Rainha da Encruzilhada
  • Pombagira Rainha das 7 Encruzilhadas
  • Pombagira Rainha do Cabaré
  • Pombagira 7 Saias
  • Pombagira Rainha da Estrada
  • Pombagira da Lira
  • Pombagira da Tronqueira
  • Pombagira Cigana Menina
  • Pombagira Cigana Rainha
  • Pombagira Cigana Sete Saias
  • Pombagira Maria da Estrada
  • Pombagira da Calunga
  • Pombagira da Encruzilhada
  • Pombagira da Figueira
  • Pombagira Dama da Noite
  • Pombagira 7 Saias da Encruzilhada
  • Pombagira 7 Saias da Estrada
  • Pombagira 7 Saias do Cabaré
  • Pombagira das Sete Liras
  • Pombagira do Cabaré
  • Pombagira Rainha Maria Padilha

 OBÁ

  • Exú Tranca Gira
  • Exú Tranca Tudo
  • Exú Gira Mundo
  • Exú Gira Fogo
  • Exú Gira Tudo
  • Exú Rei da Meia Noite
  • Exú 7 Capas
  • Exú Quebra Galho
  • Exú 7 Giras
  • Exú Rei das 7 Encruzilhadas
  • Exú Cigano da Encruzilhada
  • Exú 7 Encruzilhadas
  • Exú 7 Sombras
  • Exú Rei das Trevas
  • Exú da Capa Branca
  • Exú Destranca Rua
  • Exú 7 Porteiras
  • Exú Rei das 7 Porteiras
  • Pombagira Maria Navalha
  • Pombagira Rainha 7 Navalhas
  • Pombagira 7 Navalhas
  • Pombagira Rainha Maria Quitéria da Encruzilhada
  • Pombagira Rainha Maria Quitéria da Estrada
  • Pombagira Maria Quitéria da Figueira
  • Pombagira Maria Quitéria da Mata
  • Pombagira Maria Quitéria da Praia
  • Pombagira Maria Quitéria da Tronqueira
  • Pombagira Maria Quitéria do Cabaré
  • Pombagira Maria Quitéria do Campo
  • Pombagira Maria Quitéria do Porto
  • Pombagira Maria Quitéria dos 7 Cruzeiros
  • Pombagira Rainha dos 7 Caminhos
  • Pombagira 7 Porteiras
  • Pombagira 7 Punhais
  • Pombagira 7 Saias da Campina
  • Pombagira 7 Saias da Encruzilhada
  • Pombagira 7 Saias da Figueira
  • Pombagira 7 Saias da Lira
  • Pombagira 7 Saias da Praia
  • Pombagira 7 Saias do Cabaré
  • Pombagira 7 Véus
  • Pombagira Rainha Maria Rosa
  • Pombagira Rainha Cigana
  • Pombagira Cigana Esmeralda

EWÁ

  • Exú Tranca Gira
  • Exú Tranca Tudo
  • Exú Rei da Encruzilhada
  • Exú Cigano Vladimir
  • Exú Cigano Ramiro
  • Exú Cigano da Encruzilhada
  • Exú Cigano da Estrada
  • Exú Corta Corta
  • Exú 7 Chaves
  • Exú 7 Giras
  • Exú 7 Luas
  • Pombagira Rainha Cigana
  • Pombagira Rainha 7 Saias
  • Pombagira Cigana da Encruzilhada
  • Pombagira da Figueira
  • Pombagira Rosa da Encruzilhada
  • Pombagira Rosa do Cabaré
  • Pombagira Cigana Rainha
  • Pombagira Cigana Carmencita
  • Pombagira Cigana Dalila
  • Pombagira Cigana Jade
  • Pombagira Cigana Zaíra
  • Pombagira Cigana Tamara
  • Pombagira Cigana da Estrada
  • Pombagira Cigana da Lua
  • Pombagira Cigana da Praia
  • Pombagira Cigana da Rosa
  • Pombagira Rosa Vermelha
  • Pombagira Rosa Vermelha da Encruzilhada
  • Pombagira Rosa Vermelha da Estrada
  • Pombagira Rosa Vermelha da Figueira
  • Pombagira Rosa Vermelha das 7 Encruzilhadas
  • Pombagira Rosa Vermelha do Cabaré
  • Pombagira Estrela de Cristal

PROMOÇÃO TRABALHO GRÁTIS

Na atual crise financeira em que vivemos em nosso país, fica as vezes difícil para pagar um Trabalho Espiritual que precisamos. Na maioria das vezes acontece que, o pagamento que um cidadão recebe neste país será suficiente apenas para pagar as suas contas pendentes e, por este motivo não tem como tirar um pouco deste dinheiro para contratar determinado Trabalho Espiritual. Sabendo disso, estamos dando aqui a oportunidade de você poder contratar qualquer um de nossos Trabalhos Espirituais inteiramente grátis. Trata-se da promoção "Trabalho Espiritual grátis" Esta promoção consiste em você colocar uma figura publicitária nossa nas suas redes sociais como Facebook, Instagran etç etç. Para participar desta promoção basta preencher corretamente o formulário abaixo com os endereços das suas redes sociais onde nossa figura irá aparecer e, claro: Copiar a figura abaixo e colocar lá na sua pagina de rede social. Nossa equipe irá  visitar suas redes sociais para verificar se realmente a nossa figura publicitária  está sendo postada lá. Você deverá postar esta nossa figura publicitária em suas redes sociais por um período de 30 (Trinta) dias. Fazendo isto, automaticamente você ganhará qualquer um de nossos Trabalhos Espirituais inteiramente grátis.

 

 

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O QUE É?

SIGNIFICADO DAS PALAVRAS FALADAS NO CANDOMBLÉ

 

O que é  Orixá?

Resposta: Espírito da natureza, anjo da guarda

O que é Epô?

Resposta: Azeite de dendê

O que é  omin?

Resposta: água

O que é alobaça?

Resposta: Cebola de cabeça

O que é axó?

Resposta: Roupa

O que é ajeum?

Resposta: Comida

O que é oberó?

Resposta: Alguidar, bacia de barro

O que é aqué ou owô ?

Resposta: Dinheiro

O que é deciça?

Resposta: Esteira de tapume

O que é Obá?

Resposta: Rei, nome de uma orixá

O que é obé?

Resposta: Faca

O que é obecuruzu?

Resposta: Tesoura

O que é obexirê?

Resposta: Navalha

O que é odára?

Resposta: Bom, muito

O que é oim?

Resposta: Mel de abelhas

  • Código do Formulário para site Fonte: Babalorixá Itamar de Ogum

LEI ÁUREA

A Lei Áurea (Lei nº 3.353), foi sancionada pela Princesa Dona Isabel, filha de Dom Pedro II, no dia 13 de maio de 1888. A lei concedeu liberdade total aos escravos que ainda existiam no Brasil, um pouco mais de 700 mil, abolindo a escravidão no país. A sanção dessa lei resultou numa vitória dos conservadores que aboliram escravidão sem pagar indenização aos fazendeiros. Para a família imperial, consistiu na perda de apoio político e para os escravos, a liberdade, ainda que sem integração social. Durante 300 anos, ou seja, desde o começo da colonização portuguesa na América, a escravização de seres humanos na África foi uma atividade que trouxe grandes lucros para os portugueses. As feitorias instaladas na África Portuguesa praticamente só viviam deste comércio. A escravidão era vantajosa para todos, uma vez que era baseada no trabalho forçado e sem remuneração dos negros, que eram trazidos da África. Primeiro, eles foram destinados a extrair o pau-brasil, depois nos engenhos de açúcar, nas minas de ouro e nas plantações de café. Também exerciam atividades domésticas, construíam casas, pontes, igrejas e ainda realizavam trabalhos artísticos. Como se pode perceber, durante o período colonial, todas as tarefas braçais eram baseadas na mão de obra escrava. Esta era comprada pelos latifundiários, os quais pagavam impostos para a metrópole. No final do século XIX, no entanto, o mundo consolidava o modo de produção industrial, onde a força humana já não era imprescindível. O regime escravocrata entra em decadência e vários países europeus declaram extinta a escravidão em seus países. Mais tarde o fariam em suas colônias. Da mesma forma, os abolicionistas, negros alforriados, e o Reino Unido, a Família Imperial, pressionam o governo brasileiro a abolir a escravidão. No dia 13 de maio de 1888, o Senado se reuniu para discutir a lei da abolição que saiu aprovada. Imediatamente, o documento foi levado para o no Paço da Cidade do Rio de Janeiro, onde a Princesa Isabel, como regente do império, aguardava para sancioná-la. Ao lado de senadores, tal qual Manuel Pinto de Sousa Dantas (1831-1894), o Senador Dantas, e outras autoridades do Império, a Regente assina a Lei Áurea (Lei nº 3.353), que declara extinta a escravidão no Brasil. A Lei tinha apenas 2 artigos: Dizem que o barão de Cotegipe, ao receber a lei assinada, teria dito a princesa Isabel: "Vossa Alteza Imperial, ganhou a aposta, redimiu uma raça, mas perdeu o trono".

  • Código do Formulário para site Fonte: Toda matéria

HISTÓRIA DO EXÚ TRANCA RUA DAS ALMAS

Em sua vida carnal, seu nome foi Geraldo Branco Compostella, diferente dos relatos cantados em pontos, Tranca Rua não foi de fato um médico… Na verdade, ele foi uma espécie de curandeiro, sua especialidade era a extração de dentes, trabalhava com ervas virgens e em especial com cascas de uma arvore que tinha próximo ao seu castelo. Era um homem muito rico, nascido em berço de ouro, Geraldo quando jovem tinha vontade de se tornar um padre em um mosteiro em sua cidade (Galícia ,na Espanha), seu sonho foi interrompido durante uma missa cujo qual ficou em seu pensamento um distinta senhora que havia ido se confessar. Ele passou então a frequentar a todas as missas, tentando desesperadamente encontrar essa mulher, depois de um mês quando estava na ante sala da igreja, ele ouviu uma voz suave chamando pelo padre, e para sua surpresa era a tal mulher dos seus pensamentos. Sem pensar em nada fingiu ser o padre, a mulher então beijou lhe a mão e pediu para que ele lhe perdoasse seus pecados. Ela relatou que a bruxaria fazia parte de sua vida e nada poderia fazer para afasta-la de seus caminhos e que estava saindo daquela cidade por que temia que a inquisição a julgasse. Nesse mesmo momento Geraldo se calou e disse a mulher: “Desde que te vi pelas missas não consigo pensar em outra coisa a não ser você, não sei se estou enfeitiçado, mas o que sinto é mais que o suficiente, se você vai sair desta cidade que seja comigo.” Geraldo voltou ao seu castelo, se desfez dos seus bens e deixou a cidade, junto com sua amada. Com o passar do tempo, ele começou a se envolver com os segredos e mistérios da feitiçaria, praticada por sua mulher. Ele aprendeu a trabalhar para o bem e mesmo sem praticar, conheceu os segredos do mal. Certo dia, sua esposa adoeceu e nenhum feitiço ou magia deram conta de cura-la. Mesmo se tornando um mestre na arte das magias, Geraldo se viu obrigado a trabalhar com forças ocultas para salvar sua amada. Ela tinha sido enfeitiçada por outras bruxas, que usaram todo o poder do lado negro. Sem nunca trabalhar, mas conhecendo alguns mistérios do lado sombrio, ele conseguiu invocar uma presença tão forte, que não tinha mais como voltar atrás. Em troca da saúde de sua esposa, Geraldo entregaria a sua alma para as trevas. O trato foi feito, e na manhã seguinte, sua esposa estava curada, esbanjando saúde… O casal viveu feliz por vários anos. Certa noite, Geraldo desperta com gritos e gemidos agonizantes, novamente, sua amada estava doente. Feitiços, encantamentos e magias foram feitos, sem resultado algum… Sendo a sua única alternativa, novamente ele invocou as trevas, pedindo ajuda. Desta vez, nem as trevas poderiam ajudar, pois chegara a hora do juízo final. Geraldo estava perdendo sua esposa. As trevas disseram: “Desta vez, chegou a hora, nem mesmo eu, consigo prolongar a passagem dessa alma no seu mundo. O máximo que posso fazer, é prolongar por mais 3 dias, sem dor e sem sofrimento… mas no final do terceiro dia, o seu fim chegará, e será como o fim das outras irmãs (referindo-se a bruxas)…” Preparado para o que estava por vir, o casal viveu os últimos 3 dias como se fossem os 3 primeiros, com amor, fartura e muita cumplicidade… Na noite do terceiro dia, uma vela iniciou o fogo no humilde casebre… Geraldo acordou em meio a chamas, e viu sua mulher indo em direção á rua… Sem pensar, ele correu para junto de sua amada, dos dois desmaiaram a beira do incêndio. Na manhã seguinte, Geraldo acorda sozinho, assustado, entra no que sobrou do casebre e encontra o corpo de sua amada… queimada, deitada na cama onde dormiam. Seu desespero foi tanto, que mais uma vez ele invocou as trevas, dessa vez, pedindo para ser levado, para ficar junto de sua amada. As trevas disseram: “Mesmo que o senhor parta agora, não poderá ficar junto a sua amada, pois o espírito dela está em revolta e ainda teria que pagar por todos os pecados cometidos… até o espírito se encontrar, ela ficará vagando. Mas, eu vejo que, o que sentes é amor verdadeiro, e como sua alma me pertence, a partir de agora, você será chamado de Tarchimache, e passará a ser o guardião dos caminhos do obscuro. Cuidará das almas revoltadas, mostrando o caminho da luz, para que elas possam reencarnar novamente. Ficará a sua alçada, destrancar ou trancar os caminhos do submundo, e conforme a sua evolução, ficará responsável por cuidar os caminhos dos humanos e fazer a ligação e entrega dos seus pedidos a quaisquer falanges. Sendo assim, o senhor poderá ir comigo e iniciar a sua missão, resgatando sua amada.” O trato foi realizado, e Tarchimache iniciou a sua missão… sua evolução foi tanta, que em pouco tempo ele já estava presente em todas as falanges existentes… Popularmente conhecido como Tranca Rua, ele teve autorização para desenvolver suas próprias falanges, para ajudar ás demais falanges do mundo espiritual.

 

 

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HISTÓRIA DE SANTO ANTONIO

Santo Antonio ou Fernando Antônio de Bulhões, seu nome de nascença, nasceu em Lisboa, Portugal, em 15 de agosto do ano de 1195. De família nobre e rica, era filho único de Martinho de Bulhões, oficial do exercito de Dom Afonso e de Tereza Taveira. Sua formação inicial foi feita pelos cônegos da Catedral de Lisboa. Antônio gostava de estudar e de ficar mais recolhido. Aos 19 anos entrou para o Mosteiro de São Vicente dos Cônegos Regulares de Santo Agostinho, contra a vontade de seu pai. Morou lá por 2 anos. Com uma grande biblioteca em mãos, Antônio avança na sua história pelo estudo e pela oração. É transferido para Coimbra, que é um importante centro de estudos de Portugal, ficando lá por 10 anos. Em Coimbra ele foi ordenado sacerdote. Logo se viu o dom da palavra que transbordava do jovem padre agostiniano. Ele tinha conhecimento e grande poder de pregação. Em Coimbra o Padre Antônio conhece os freis franciscanos, entusiasma-se pelo fervor e radicalidade com que estes viviam o Evangelho e, pouco depois, torna-se Frei Antônio, mudando-se para o mosteiro de São Francisco de Assis. Santo Antonio faz o pedido de ir para o Marrocos pregar o evangelho e os Franciscanos permitem. No meio do caminho, porém, Frei Antônio fica muito doente e é forçado a voltar para Portugal. Na viagem de volta, o barco é desviado e vai para Itália, terminando por parar na Sicília, em um grande encontro de mais de 5 mil frades franciscanos chamado Capítulo das Esteiras. Lá, Antônio conhece pessoalmente São Francisco de Assis. A mão de Deus o tinha guiado por caminhos diferentes. Após conhecer São Francisco, Frei Antônio passa 15 meses como um eremita no monte Paolo. São Francisco enxerga os dons que Deus deu a ele, chama-o de Frei Antônio, meu Bispo e o encarrega da formação teológica dos irmãos do Mosteiro. No capítulo geral da ordem dos franciscanos ele é enviado a Roma para tratar de assuntos da ordem com o Papa Gregório IX, que fica impressionado com sua inteligência e eloquência e o chama de Arca do Testamento. Tinha uma força irresistível com as palavras e São Francisco o nomeou como o primeiro leitor de Teologia da Ordem. Em seguida, mandou-o estudar teologia para ensinar seus alunos e pregar ainda melhor. Juntavam-se as vezes mais de 30 mil pessoas para ouvi-lo pregar, e muitos milagres aconteciam. Após a morte de São Francisco, ele foi enviado a Roma para apresentar ao Papa a Regra da Ordem de São Francisco. Protetor das coisas perdidas. Protetor dos casamentos. Protetor dos pobres. É o Santo dos milagres. Fez muitos ainda em vida. Durante suas pregações nas praças e igrejas, muitos cegos, surdos, coxos e muitos doentes ficavam curados. Redigiu os Sermões, tratados sobre a quaresma e os evangelhos, que estão impressos em dois grandes volumes de sua obra. Santo Antônio morreu em Pádua, na Itália, em 13 de junho de 1231, com 36 anos. Por isso ele é conhecido também como Santo Antônio de Pádua. Antes de falecer nas portas de Pádua, Santo Antônio diz: ó Virgem gloriosa que estais acima das estrelas. E completou, estou vendo o meu Senhor. Em seguida, faleceu. Os meninos da cidade logo saíram a dar a notícia: o Santo morreu. E em Lisboa os sinos das igrejas começaram a repicar sozinhos e só depois o povo soube da morte do Santo. Ele também é chamado de Santo Antônio de Lisboa, por ser sua cidade de origem. Aconteceram tantos milagres após sua morte, que onze meses após ele foi beatificado e canonizado. Quando seu corpo foi exumado, sua língua estava intacta. São Boaventura estava presente e disse que esse milagre era a prova de que sua pregação era inspirada por Deus. Está exposta até hoje na Basílica de Santo Antônio na cidade de Pádua. Sua canonização foi realizada pelo Papa Gregório IX, na catedral de Espoleto, em 30 de maio de 1232, sendo o processo mais rápido da história da Igreja. Em 1934 foi declarado Padroeiro de Portugal. Em 1946 foi proclamado Doutor da Igreja pelo Papa Pio XII.

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HISTÓRIA DE SÃO JORGE

São Jorge nasceu em 275, na antiga região chamada Capadócia. Hoje, esta região é parte da Turquia. O pai de Jorge era militar e faleceu numa batalha. Após a morte do pai, Jorge e sua mãe, chamada Lida, mudaram-se para a Terra Santa.Lida era originária da Palestina. Era uma mulher que possuía instrução e muitos bens. Ela conseguiu dar ao filho Jorge uma educação esmerada. Ao atingir a adolescência, Jorge seguiu a carreira de muitos jovens da época e entrou para a carreira das armas, pois tinha um temperamento naturalmente combativo. Tanto que logo ele se tornou capitão do exército romano. Jorge tinha grandes habilidades com as armas e muita dedicação.Por causa dessas qualidades o imperador Diocleciano deu a ele o título nobre de conde da Capadócia. Assim, com apenas 23 anos, Jorge passou a morar na alta corte de Nicomédia. Nesse tempo, ele exerceu o cargo de Tribuno Militar. Quando sua mãe faleceu, Jorge recebeu a herança que lhe cabia e foi enviado para um nível mais alto ainda: a corte do imperador. Lá, porém, quando começou a ver a crueldade com que os cristãos eram tratados pelo império romano que ele servia, mudou seu pensamento. Ele já conhecia o cristianismo por causa da influência de sua mãe e da Igreja de Israel. Então, ele deu um primeiro passo de fé: distribuiu todos os seus bens aos pobres.Mesmo sendo membro do alto escalão do exército, ele quis a verdadeira salvação prometida pelo Evangelho que ele já conhecia. Porém, o imperador Diocleciano tinha outros planos. Sua intenção era eliminar os cristãos. Assim, no dia em que o senado confirmaria o decreto do imperador que autorizaria a eliminação dos cristãos, Jorge levantou-se na tribunae se declarou espantado com esta decisão, que julgava absurda. Ele ainda disse diante de todos que os romanos é que deveriam assumir o cristianismo em suas vidas. Todos ficaram muito surpresos quando ouviram palavras como essas vindas da boca de um membro da suprema corte de Roma. Questionado por um cônsul sobre o porque dessas palavras, Jorge respondeu-lhe que estava dizendo aquilo porque acreditava na verdade e, por ser esta a verdade, a defenderia a todo custo. Mas, “o que é a verdade?”, perguntou o cônsul. Jorge respondeu: "A Verdade é meu Senhor Jesus Cristo, a quem vós perseguis, e eu sou servo de meu redentor Jesus Cristo, e Nele confiando me pus no meio de vós para dar testemunho da Verdade". O Imperador, furioso ao ver o cristianismo infiltrado no império, tentou obrigá-lo a desistir da fé cristã. Por isso, enviou-o a sessões de torturas violentas e terríveis. Assim, depois de cada tortura, Jorge era levado de volta ao imperador. Este lhe perguntava se, depois da tortura,abandonaria a fé cristã.Jorge, Porém, reafirmava sua fé, cada vez com mais coragem. Muitos romanos ao presenciarem estes fatos, tomaram as dores de Jorge, até mesmo a própria esposa do imperador. Aliás, mais tarde, ela se converteu à fé em Jesus Cristo.Por fim, Diocleciano, vendo que não conseguiria dissuadir Jorge de sua fé, mandou que ele fosse degolado. Era o dia 23 de abril do ano 303. Aconteceu na cidade de Nicomédia, na Ásia Menor. Os cristãos recolheram o corpo de São Jorge e veneraram seus restos mortais como relíquias. Isso porque, todo mártir, ou seja, aquele que é morto por causa da fé em Jesus Cristo, se torna santo. Mais tarde, os cristãos levaram as relíquias de São Jorge para a antiga cidade de Dióspolis, onde ele crescera. Lá, seu corpo foi sepultado. Anos mais tarde o primeiro imperador cristão chamado Constantino,conhecendo a bela história de São Jorge, mandou que fosse construído um oratório. Sua intenção era que a devoção a São Jorge se espalhasse por todo o império. Por volta do século V, já se contavam cinco igrejas dedicadas a São Jorge na capital do império no Oriente, chamada Constantinopla. Mais tarde, no vizinho país do Egito, foram construídas quatro igrejas e mais quarenta conventos dedicados a São Jorge. São Jorge passou a ser venerado como sendo dos maiores santos da Igreja Católica em várias regiões como na Armênia, em Bizâncio e no Estreito de Bósforo, na Grécia. De acordo com uma lenda, São Jorge fez acampamento com sua legião romana numa região próxima a Salone, Líbia, no norte da África. Lá, diziam haver um enorme dragão com azas. O animal devorava pessoas da cidade como cordeirinhos.Diziam que o hálito daterrivel criatura era tão venenoso que qualquer um que se aproximasse poderia morrer por envenenamento. Com o intuito de manter a besta longe da cidade, eles ofereciam ovelhas como alimento. Ao acabarem, começaram a oferecer crianças. O sacrifício caiu então sobre a filha do Rei de 14 anos, Sabra. A menina foi em direção à seu cruel destino e deixou a muralha da cidade, ficou ali à espera da criatura. São Jorge, ao ficar sabendo da história, decidiu por fim a tudo isso. Montou seu cavalo branco e partiu para a batalha. Antes, porém,exigiu que o rei desse sua palavra: se trouxesse sua filha de volta, o rei e todo o reino se converteria ao cristianismo. O rei aceitou e deu sua palavra. Jorge, então, partiu para a luta com tal "dragão". Depois de muita luta e oração, Jorge acertou a cabeça do dragão com sua poderosa espada que era chamada deAscalon. Depois, São Jorge cravou sua espada debaixo da asa do dragão, num local que tinha escamas. Assim, o dragão foi ferido mortalmente e caiu sem vida. São Jorgeamarrou a fera e a levou arrastadaaté a cidade, levandoconsigo a princesa. Lá, São Jorge, sendo observado pela multidão, cortou a cabeça do fez com todas as pessoas da cidade se tornassem cristãs. O dragão simboliza a idolatria que mata inocentes e causa destruição. A idolatria é destruída pelas armas da Fé. A jovem que São Jorge salvou representaria a região da qual ele combateu heresias e instalou a fé cristã.

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HISTÓRIA DA CABOCLA JUREMA

A Cabocla Jurema é uma das entidades mais reverenciadas em todos os terreiros. Sua história começa aos sete meses de nascida quando foi abandonada por sua mãe e assim acabou por ser criada pelo caboclo Tupinambá, Jurema foi cacique de sua tribo e ao desencarnar, veio a terra na forma da grande Cabocla Jurema. Jurema é entidade de força, de poucos risos, mas de um carinho fora do normal. A ela credita-se, várias falanges de caboclos, onde ela é a comandante, são chamados eles de falangeiros da Jurema. E tem sua filha Jureminha que responde também na linha de Jurema. Filha valente de Tupinambá. Adotada pelo mundo, foi encontrada aos pés do arbusto da planta encantada que lhe deu o nome; e cresceu forte, bonita, como formosura da noite e firmeza do dia. Corajosa, a cabocla tornou-se a primeira guerreira mulher da tribo, pois a sua força e agilidade e manejo das armas e da ciência da mata, se tornara uma lenda por todo continente; onde contadores de estórias, aos pés da fogueira, falavam da índia de pena dourada, que era a própria mãe Divina encarnada. Nada causava medo na Cabocla, ate que um dia ela encontrou seu maior adversário; o amor. Jurema se apaixonou por um caboclo chamado Huascar, de uma tribo inimiga chamada Filhos do Sol, que fora preso numa batalha. Os dias se passaram e o amor aumentava, pois o pior de amar não é amar sozinho e sim amar sem retorno, pois exige do amado, uma ação em prol do amor. Jurema que aprendera a resistir ao conto do boto, ao veneno da cascavel e da madeira, já resistira bravamente a centenas de emboscadas e que sentia o cheiro à distância de ciladas, não conseguiu resistir ao amor que fluía do seu peito por aquele guerreiro. Observando o Caboclo preso, ela viu nos olhos dele, as mil vidas que eles passaram juntos, viu seus filhos, o amor que os unia além da carne e percebeu que não foi por acaso, que ele fora o único caboclo capturado vivo, e decidiu libertá-lo, mesmo sabendo que seria expulsa da sua tribo. Na fuga, seu próprio povo a perseguiu, e em meio a chuva de flechas voando na direção do caboclo fugitivo, foi Jurema que caiu, salvando o seu amado e recebendo a ponta da morte que era pra ele, no seu próprio peito. Conta a Lenda, que o Caboclo Huascar voltou a Terra do Sol e fundou um império nas montanhas andinas e mandou erguer um templo chamado Matchu Pitchu em homenagem a Jurema, onde, só as mulheres da tribo habitariam e lá aprenderiam a serem guerreiras como a mulher que salvara a sua vida. E no lugar onde a Jurema caiu, nasceu uma planta rebusca e muito resistente que dá flor o ano inteiro, cujo formato exótico e o tom amarelo-alaranjado intenso chamou atenção de todas as tribos, pois tudo dessa planta poderia ser utilizado, desde as sementes, até as flores e o caule; e porque as flores dessa planta estão sempre viradas para o astro maior; ela ficou conhecida como Girassol. Acredita-se até que a árvore da Jurema é sagrada onde reside os Orixás, e é desta árvore que se faz a base do chá chamado “Daime”. Esta Cabocla linda é a Rainha das Matas, filha mais velha do Caboclo Tupinambá. Ela teve mais duas irmãs chamadas: Jupira e Jandira, que da mesma forma que a Cabocla Jurema, são poderosas Entidades de Luz, e tem seus trabalhos dentro da Umbanda muito bem vistos e respeitados. A Cabocla Jurema presta sua caridade em qualquer Casa de Cultos de Umbanda. Faz isso somente por caridade, não admitindo de forma alguma cobranças pela consulta ou trabalhos. Sua legião é constituída de grandes Entidades Espirituais, espíritos puros que amparam os sofredores, utilizando o processo de curas através de passes magnéticos, ervas e suas vibrações espirituais. Normalmente a Divina Entidade Cabocla Jurema, quando está trabalhando, atrai as vibrações de todas as caboclas Juremas, ou seja, Jurema da Cachoeira, Jurema da Praia, Jurema das Matas, ou de todas as vibrações que se enquadram nessa força espiritual. Na realidade todas são uma única vibração que trabalham com ambientes da natureza, como por exemplo: Lua, Sol, Mata, Chuva, Vento e todas as vibrações naturais. A Cabocla Jurema trabalha dentro da necessidade de cada pessoa, transmitindo coragem e energia. Tem sempre uma palavra de alento e conforto para aqueles que sofrem de enfermidades, sejam enfermidades físicas ou mentais. Essa linda Cabocla nos ensina a entender as dificuldades e nos dá coragem para suportá-las. Em qualquer lugar onde você esteja, quando o desespero tomar conta, e a coragem lhe faltar, chame com fé pela Cabocla Jurema, e sentirá sua força lhe protegendo e lhe amparando. A Cabocla Jurema, sendo igualmente uma entidade espiritual que trabalha na linha de Oxossi, é uma “cabocla”, ou divindade evocada no Catimbó, cultos Afro-brasileiros e mais prestigiada e respeitada na Umbanda. Sendo Entidade Guia Chefe da Linha de Oxossi, ela trabalha na legião constituída de grandes entidades espirituais, espíritos puros que amparam os sofredores e mais necessitados, utilizando o processo de passes e curas através das ervas e pontos riscados. Chame pela Jurema nas horas de dificuldade, pois essa cabocla sempre estará ali para ajudar seus filhos de Fé.

  • Código do Formulário para site Fonte: Centro Pai João de Angola

HISTÓRIA DE OGUM XORÔKÊ

Ogum Xoroquê sem dúvidas é dentro do Povo de Ogum a entidade que mais chama atenção, por ser dúbia, ter dois lados, um lado ser Ogum e do outro ser Exu. Esta forma quer dizer não que o orixá tem duas faces e sim que trabalha em dois pólos energéticos tanto positivo como negativo. Divindade masculina figura que se repete em todas as formas mais conhecidas da mitologia universal. Ogum é o arquétipo do guerreiro. Bastante cultuado no Brasil, especialmente por ser associado à luta, à conquista, é a figura do astral que, depois de Exu, está mais próxima dos seres humanos. Foi uma das primeiras figuras do candomblé incorporada por outros cultos, notadamente pela Umbanda, onde é muito popular. Tem sincretismo com São Jorge ou com Santo Antônio, tradicionais guerreiros dos mitos católicos, também lutadores, destemidos e cheios de iniciativa. A relação de Ogum com os militares (é considerado o protetor de todos os guerreiros) tanto vem do sincretismo realizado com São Jorge, sempre associado às forças armadas, como da sua figura de comandante supremo ioruba. Dizem as lendas que se alguém, em meio a uma batalha, repetir determinadas palavras (que são do conhecimento apenas dos iniciados), Ogum aparece imediatamente em socorro daquele que o evocou. Porém, elas (as palavras) não podem ser usadas em outras circunstâncias, pois, tendo excitado a fúria por sangue do Orixá, detonaram um processo violento e incontrolável; se não encontrar inimigos diante de si após te sido evocado, Ogum se lançará imediatamente contra quem o chamou. Ogum não era, segundo as lendas, figura que se preocupasse com a administração do reino de seu pai, Odudua; ele não gostava de ficar quieto no palácio, dava voltas sem conseguir ficar parado, arrumava romances com todas as moças da região e brigas com seus namorados. Não se interessava pelo exercício do poder já conquistado, por que fosse a independência a ele garantida nessa função pelo próprio pai, mas sim pela luta. Ogum, portanto, é aquele que gosta de iniciar as conquistas mas não sente prazer em descansar sobre os resultados delas, ao mesmo tempo é figura imparcial, com a capacidade de calmamente exercer (executar) a justiça ditada por Xangô. É muito mais paixão do que razão: aos amigos, tudo, inclusive o doloroso perdão: aos inimigos, a cólera mais implacável, a sanha destruidora mais forte. Segundo as pesquisas de Monique Augras, na África, Ogum é o deus do ferro, a divindade que brande a espada e forja o ferro, transformando-o no instrumento de luta. Assim seu poder vai-se expandindo para além da luta, sendo o padroeiro de todos os que manejam ferramentas: ferreiros, barbeiros, tatuadores, e, hoje em dia, mecânicos, motoristas de caminhões e maquinistas de trem. É, por extensão o Orixá que cuida dos conhecimentos práticos, sendo o patrono da tecnologia. Do conhecimento da guerra para o da prática: tal conexão continua válida para nós, pois também na sociedade ocidental a maior parte das inovações tecnológicas vem justamente das pesquisas armamentistas, sendo posteriormente incorporada à produção de objetos de consumo civil, o que é particularmente notável na industria automobilística, de computação e da aviação. Assim, Ogum não é apenas o que abre as picadas na matas e derrota os exércitos inimigos; é também aquele que abre os caminhos para a implantação de uma estrada de ferro, instala uma fábrica numa área não industrializada, promove o desenvolvimento de um novo meio de transporte, luta não só contra o homem, mas também contra o desconhecido. É pois, o símbolo do trabalho, da atividade criadora do homem sobre a natureza, da produção e da expansão, da busca de novas fronteiras, de esmagamento de qualquer força que se oponha à sua própria expansão. Tem, junto com Exu, posição de destaque logo no início de um ritual. Tal como Exu, Ogum também gosta de vir à frente. A força de Ogum está tanto na coragem de se lançar à luta como na objetividade que o domina nesses momentos. É fácil, nesse sentido, entender a popularidade de Ogum: em primeiro lugar, o negro reprimido, longe de sua terra, de seu papel social tradicional, não tinha mais ninguém para apelar, senão para os dois deuses que efetivamente o defendiam: Exu (a magia) e Ogum (a guerra); segundo Pierre Verger. Em segundo lugar, além da ajuda que pode prestar em qualquer luta, Ogum é o representante no panteão africano não só do conquistador mas também do trabalhador manual, do operário que transforma a matéria-prima em produto acabado: ele é a própria apologia do ofício, do conhecimento de qualquer tecnologia com algum objetivo produtivo, do trabalhador, em geral, na sua luta contra as matérias inertes a serem modificadas . Ogum gosta do preto no branco, dos assuntos definidos em rápidas palavras, de falar diretamente a verdade sem ter de preocupar-se em adaptar seu discurso para cada pessoa. Ogum gosta de dormir no chão, precisa que o corpo entre em contato sempre direto com a natureza e dispensa roupas elaboradas e caras, que possam ser complicadas de vestir ou que exijam muito espaço na mochila. Não tem compromisso com ninguém, nem com seus próprios objetos. A violência e a energia, porém não explicam Ogum totalmente. Ele não é o tipo austero, embora sério e dramático, nunca contidamente grave. Quando irado, é implacável, apaixonadamente destruidor e vingativo; quando apaixonado, sua sensualidade não se contenta em esperar nem aceita a rejeição. Ogum sempre ataca pela frente, de peito aberto, como o clássico guerreiro.

 

 

  • Id do formulário 344
  • Código do Formulário para site Fonte: Centro Pai Joaquim de Angola

HISTÓRIA DO EXÚ PIMENTA

O Exu Pimenta Viveu na Europa entre os anos de 1420 à 1480 mais ou menos, estabelecendo-se em Portugal, muito embora, acredito, não tenha nascido nesse país. Enriqueceu como comerciante, usando de seu raciocínio rápido e habilidades retóricas. Passou, assim, a fazer parte da nobreza, frequentando a corte, período em que constituiu carmas relativos ao uso desvirtuado do dinheiro e do poder adquiridos. Segundo ele: “Errei, penei, aprendi, compreendi, me transformei e venci. Hoje trabalho, sem reclamar, ajudando idiotas como aquele que eu fui” Exú Pimenta é um Exú ligado, essencialmente, ao elemento fogo. Os outros Exus costumam chama-lo de “O Ardido”. Essa ligação com a energia ígnea, dizem, associa-o ao Orixá Xangô, mas pessoalmente desconheço se essa afirmação é procedente. Um de seus parceiros inseparáveis é o Sr Exú Pinga Fogo, a quem atribui o destino daqueles trevosos vencidos que, orgulhosos, rejeitam suas ofertas de paz. Também se associa aos demais Exús do fogo, como Exú Brasa, Exú Bara, entre outros. Para realizar seu ofício de guardião, utiliza-se de armas diversas, a exemplo dos muitos e afiados punhais que carrega ocultos por trás de seu fraque bordô. Quando em demanda, apresenta-se acompanhado de enormes cães negros, nada amigáveis, semelhantes a rottweilers, mas de olhos vermelhos como o fogo. Duas coisas irritam sobremaneira o Exú Pimenta: falta de respeito com os Exús e Pomba Giras por parte de nós encarnados e espíritos trevosos que utilizam o nome Exú para arriarem em terreiros. Não gosta de brincadeiras e pode se tornar verbalmente muito agressivo se defrontado com algum tipo de desrespeito. Quanto aos falsos Exús, costuma ser implacável e demonstra prazer ao derrubá-los. Não obstante essa personalidade forte, e suas alterações de humor a depender do teor dos trabalhos que realiza, o Exú Pimenta é, de maneira geral, um espírito muito alegre e irreverente. Tanto que quando chega no Terreiro, através da incorporação, a primeira coisa que faz é, invariavelmente, abrir um longo sorriso. Exu Pimenta: especializado na elaboração da química e dos filtros de amor. Dá o verdadeiro segredo do pó que transforma metais. É reconhecido quando incorpora por um forte cheiro de pimenta que exala no ar.

 

 

 

 

  • Código do Formulário para site Fonte: juntosnocandomble
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